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Wednesday, October 7, 2015
25 Years of The Secret of Monkey Island - It's a Pixel THING - Ep.#67
The Secret of Monkey Island is turning 25 years this month (October of 2015), so let’s celebrate the birthday of one of the greatest point’n’click video games ever made!
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Thursday, July 24, 2014
Fuzzball (1991/1992) Commodore Amiga Review
Developed
by Scangames Norway and published by System 3 Software – Europe’s number 1 name
in original games -, Fuzzball is platforming cuteness that you could even play
with your girlfriend!
"In one
particularly stormy night, the great Wizard had stepped outside for a drink
with his buddies leaving his apprentice all by himself in the mighty castle. He
had this great chance to snoop around through one of the wizard’s chambers. The
chamber had a strange aura about it and the apprentice could feel the
electrical energy generated within the air by the heavy storm blowing outside.
The
mischievous apprentice had come to the chamber to have another look at the big
old chest, the contents of which had been a closely guarded secret by the
wizard for years. The apprentice wanted to know why the wizard would not show
or even tell him what was inside.
Through the
book of spells, he found one to “open”. He thought “this is it”! After reading
the spell, a magic glow appeared in his hand. But he forgot to read the entire
spell. The storms outside were higher and the boy’s eyes lit up with excitement
as the magic began to appear in his hand. He aimed the glowing energy at the
lock on the chest and then launched his creation at the target.
In an
instant, the lid of the chest flew back and hundreds of strange fluffy balls
began to leap from the chest. Fuzzball after fuzzball leapt to their freedom
and began to fill the chamber. “What have I done”, screamed the young
apprentice. The stream of fuzzballs seemed endless, and as they hit the floor
they began to grow and grow.
Trying to
reverse the spell, he brought another spell. The magic energy engulfed the
young apprentice in a huge blue flash of light. He turned himself into a large
blue fuzzball.
The great
wizard returned to find his castle full of fluffy balls and told his apprentice
that he could only return to his human form once he had collected and returned
all the fuzzballs and all the jewels they took with them, back to the strange
old treasure chest from whence they came."
This is the
premise of Fuzzball and to complete each level, you'll have to collect
all the items, food and treasures, while, at the same time, avoiding, or
killing, various enemies. You will face mostly other fuzzballs, but also other
creatures.
Each level is only a single screen
filled with platforms, and can take a while to complete.
Throughout the castle there are several
areas that are decorated in different styles. As well as the standard medieval
decor you will also visit the gardens, an oriental type of place and a rather
cold dungeon that has ice over the floors.
Each of the areas is filled with
loads of rooms to make a grand total of 50 levels.
Touching an enemy once means instant death, so, to survive in Fuzzball,
you'll have to plan every move carefully, otherwise you'll die very quickly.
As you rush around the platforms
collecting the gems, a clock counts down. When the time runs out, a gate opens
and the level becomes infested with flying insects that will hunt your ass down.
Fuzzball
was also planned to be released for the commodore 64 and a two level preview
was even available to the readers of Commodore Format magazine but, because of
inside conflicts, the game was abandoned in its final stages.
Back in late
80s early 90s, System 3 software was also responsible for publishing other extraordinary
great titles, such as: Myth
History in The Making, The
Last Ninja trilogy, Tusker and
Flimbo’s Quest.
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Wednesday, July 17, 2013
Amiga: os Erros no Desenvolvimento e na Estratégia de Marketing
Desde que a Commodore se apoderou da original empresa Amiga Inc., os erros estratégicos no marketing e no desenvolvimento sucederam-se em catadupa.
| Amiga Lorraine |
O Amiga Lorraine - o primeiro Amiga, demonstrado em 1984 - foi inicialmente pensado como sendo um computador exclusivamente para jogos, mas o seu desenvolvimento transformou-o num completo computador doméstico baseado no processador 68000 da Motorola que o afastava do conceito de consola para jogos.
| Modulador de TV A520 |
Somente aquando do seu lançamento, a Commodore se apercebeu de que o Amiga era uma máquina criativa e não virada para ser utilizado em escritórios obscuros com amontoados de papel.
Entretanto, um modulador de TV externo (o A520, com uma fraca inspiração em termos de design), que possibilitava a sua ligação a um televisor caseiro, foi anunciado após o lançamento. No entanto, o seu preço elevado estava a mostrar-se de difícil introdução em casa dos clientes.
| Amiga 500 |
Esse obstáculo apenas foi ultrapassado ao fim de um ano de comercialização do recém-chegado Amiga 500, um computador com um design mais atraente e ideal para ter em casa, quando se iniciou a inclusão do modulador de TV A520 no interior da embalagem como parte de uma bundle box tornando, assim, menos dispendiosa a sua aquisição.
| Amiga 2000 |
Com o Amiga original a ser renomeado e comercializado como A1000 (Julho de 1985) e com o sucesso de vendas que foi, em 1987, o A500 (que no fundo era uma versão mais acessível do A1000) surgiu também, nesse mesmo ano, o A2000.
| Amiga 3000 |
Em 1990 a Commodore demonstrou, uma vez mais, a sua falta de visão. O CDTV (Commodore Dynamic Total Vision) foi colocado no mercado, mas impedido pela própria marca de ser apelidado de Amiga. Inclusive, a Commodore ordenou aos revendedores que não o colocassem à venda na secção de computadores das suas lojas.
| Commodore CDTV |
Durante um ano, o seu preço elevado e a tentativa de afastamento do produto da família Amiga (passou, eventualmente, a chamar-se Amiga CDTV) foi um erro do qual o aparelho e a marca nunca conseguiram recuperar.
Quando o Amiga 500+ chegou aos revendedores, meses antes do previsto devido ao enorme e inesperado sucesso de vendas do pack "A500 Cartoon Classics", resultou numa (má) surpresa para todos.
| Amiga 500 Plus |
Foi um Natal bastante infeliz para muitos, e precisamente o oposto para outros, pois foram, sem saber, agraciados com uma máquina atualizada com novos chipset e OS.
| Amiga 300 mais tarde renomeado para Amiga 600 |
Foi inicialmente pensado como substituto para o Commodore 64, que a companhia estava desesperada por retirar após 10 anos no mercado apesar do enorme sucesso que as vendas continuavam a demonstrar principalmente na Europa.
O plano era vender o A300 com um preço ligeiramente superior ao C64, mas pelo menos €120 mais barato do que o A500/A500+. Foi, no entanto, o primeiro a incluir um interface IDE para disco rígido e, para manter o preço baixo, foi eliminado o teclado numérico.
O Amiga 300 tinha o seu lançamento programado para a Primavera de 1992 e iria refrescar a linha de computadores de 16 bits preparando-se para a chegada do Amiga 1200, com um mais avançado chipset AGA, que chegaria no Outono desse mesmo ano.
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| Amiga 4000 |
A estratégia da Commodore UK para a Europa era entrar na época natalícia com uma boa quantidade de máquinas A1200 a €450 e A300 a €250. Bundles foram planeados e organizados com o jogo Lemmings e o programa Deluxe Paint III numa recém-convertida fábrica Timex na Escócia adquirida pela Commodore.
Quando as máquinas estavam prestes a entrar em produção, a Commodore International puxou o tapete forçando uma viragem brusca de 180º. O fabrico do A500+ estava a tornar-se dispendioso sendo, assim, cancelada a sua produção.
O A300 foi reposicionado como substituto do A500+ e, para obtenção de lucro rápido, foi etiquetado ao mesmo preço deste, ou seja, €350. Por forma a que fosse visto pelo público como o sucessor do A500, foi simplesmente renomeado para Amiga 600 (as primeiras motherboards ainda possuem A300 impresso nelas).
Sem surpresas a máquina não vendeu bem, e, para escoar o enorme stock de A600, o arranque do fabrico do A1200 foi adiado. Em resultado, as unidades de A1200 disponíveis no Natal de 1992 esgotaram rapidamente deixando muitos clientes furiosos e desapontados.
| Amiga 1200 |
| Amiga CD32 |
Dois anos antes do surgimento da PlayStation, a CD32 tinha mais de metade do emergente mercado CD-ROM europeu, aniquilando, no Natal desse ano, não só o PC CD-ROM como também o Philips CD-i e a Sega Mega-CD.
Devido aos problemas financeiros, a Commodore não estava a investir em desenvolvimento de software e a consola não conseguia destacar-se da restante família Amiga, pois as suas extraordinárias capacidades não estavam a ser exploradas.
As primeiras unidades vinham, também, com um problema irritante na tampa do leitor de CD que puxava o disco para cima impedindo-o de girar. Apenas colocando algo pesado em cima se poderia contornar essa situação. Uma falha gravíssima. Talvez fizesse mais sentido que a CD32 possuísse uma gaveta para CD como aquela utilizada, três anos antes, no fracassado CDTV.
| David Pleasance e Colin Proudfoot |
| Amiga 4000T |
Antes, a EsCom ainda reintroduziu o A1200 e o A4000 no mercado, mas infelizmente devido às crescentes dificuldades económicas de que a empresa estava a ser alvo, apenas no início e 1996 conseguiu comercializar o A4000. Este era em tudo idêntico ao modelo A4000T (torre) que a Commodore havia desenvolvido pouco antes de ser vendida em leilão. Contudo, devido ao difícil momento financeiro que a EsCom atravessava, o modelo nunca foi anunciado em campanhas publicitárias, estimando-se que apenas tenha vendido cerca de 2000 unidades em todo o mundo.
Erros custam caro e a Commodore, com a sua família Amiga, pagou bastante por todos eles.
Poderíamos, hoje, estar perante uma realidade completamente diferente no panorama dos computadores pessoais.
Amiga era um nome bastante sonante no final dos anos 80, início de 90. Os salões de jogos eletrónicos da época foram os maiores impulsionadores do sucesso do Amiga 500 devido às extraordinárias conversões de grandes clássicos das arcadas feitas para essa máquina. Todas as crianças e jovens queriam ter um Amiga, apesar do seu preço ser impeditivo para grande parte das famílias.
Atualmente possui legiões de fãs por todo o mundo e os produtos da família Amiga são enormemente cobiçados por colecionadores.
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